Vamos assumir que as
séries estreantes da Summer Season 2015 não estão deixando a desejar mesmo. A
variedade é enorme, e tem pra todo tipo de gosto (conferir resenhas
anteriores). A emissora ABC Family (produtora de Pretty Little Liars, por
exemplo) apostou em uma série com temática intrigante e “viajosa” e o resultado
não foi menos do que a existência de uma série linda, já renovada para a segunda temporada.
Falo de Stitchers,
e é notável a presença dos elementos mais legais e apaixonantes presentes em outras séries como Lost Girl ou The Librarians. É fácil notar o
clima descontraído dos plots, as relações engraçadas e cativantes entre os
personagens e toda aquela linguagem técnica, e ao mesmo tempo tão acessível, em
relação a termos científicos, mistérios à la Agatha Christie e um enredo bem
desenvolvido.
Sem delongas, Stitchers pode até ter uma narrativa confundida com iZombie (maior polêmica da série) por ambos abordarem situações parecidas: o coletamento de memórias de defuntos/zumbis. Entretanto, enquanto iZombie se foca numa ficção inspirada em zumbis e nas habilidades que eles possuem nesse universo, Stitchers dialoga com a ciência. E é exatamente aí que reside a principal diferença.
Sem delongas, Stitchers pode até ter uma narrativa confundida com iZombie (maior polêmica da série) por ambos abordarem situações parecidas: o coletamento de memórias de defuntos/zumbis. Entretanto, enquanto iZombie se foca numa ficção inspirada em zumbis e nas habilidades que eles possuem nesse universo, Stitchers dialoga com a ciência. E é exatamente aí que reside a principal diferença.
Na série, uma
organização federal secreta desenvolve uma tecnologia, chamada Stitcher, capaz
de permitir que um indivíduo, conectado a uma série de fios e máquinas e aparelhos e engenhocas, enquanto seu corpo é
imerso em uma tanque com água, e acoplado ao cérebro de um defunto
simultaneamente - contando que o corpo do morto ainda não tenha entrado em estado
de decomposição ou seu cérebro não tenha perdido a consistência necessária para
efetuar o processo.
Dessa forma, a
organização pode tentar solucionar uma série de crimes misteriosos, ou que
seriam enterrados junto com a vítima da ocasião sem uma explicação
satisfatória. Na dinâmica de Stitchers você é levado para dentro da cabeça de
uma pessoa morta e assim compartilham juntos suas últimas memórias na busca de
respostas.
Incrível, não?
No meio todo temos o núcleo principal com a Kirsten Clark, recrutada pela organização e também
a pessoa qualificada para se acoplar na mente dos defuntos e contribuir para a
tarefa do grupo com as memórias e sensações que conseguir. Ainda também
lidamos com a doença da Kirsten, acometida por Displasia Temporal, que faz dela
uma pessoa adversa aos padrões de conduta por uma questão patológica. Ela não
entende qual a necessidade de pedir desculpas ou como funciona o mecanismo,
além de ter problemas em lidar com a passagem do tempo. Tudo isso faz dela uma
protagonista levemente parecida com o Sherlock, ou seja, fácil de gostar, fácil
de amar, cercada por um elenco não menos lindo.
Stitchers é uma
série, acima de tudo, bonita e cativante.
E, claro, Leitores
Forever indica.
-Fabinho Rodrigues


Amo essa série! E a cada episódio só melhora, além de não se focar só no processo do Stitchers. Ele foca na vida da Kirsten e em todas suas relações. Além de mostrar a interação entre os outros personagens. E a história é super conectada, e não enrola pra mostrar os segredos
ResponderExcluirExatamente! A série é muito linda mesmo <3
ExcluirEu to assistindo também AUHAUHUAH mas é tanta série que to ficando louca. E to shippando ela e o garoto lá do laboratório horrores!
ResponderExcluirExistem seriadores que não sou loucos? hueheuheueh Kirsten e Cameron! Shippando também!
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