23 de dezembro de 2015

Top 20: Séries 2015 - Parte 1

  

  Eu não podia deixar terminar esse ano sem fazer uma retrospectiva de como foi minha vida como seriador. E nada mais óbvio do que retomar as principais séries que me acompanharam ao longo de todos esses meses e me fizeram dispor meu tempo para assisti-las. Espero que gostem e não esqueçam de deixar sua opinião nos comentários caso sua série favorita conste na lista, e se não constar comentem do mesmo jeito!

NOTA: Não se trata de uma lista com uma suposta marcação das melhores séries do ano, mas sim das minhas favoritas que estiveram em atividade em 2015. A lista é totalmente pessoal e não contém spoilers.

20° lugar: ScreamScream foi antes de tudo uma boa aposta da MTV. A série retoma o universo dos filmes da franquia Pânico, unindo em um mesmo contexto os elementos que fizeram do filme de mesmo nome um sucesso com as típicas fórmulas adolescentes que tanto atraem fãs pelo mundo inteiro. Em Scream você vê romance, referências do mundo pop em todos os episódios e um suspense apreensivo, que são mesclados a um elenco quase meia-boca e personagens talvez não tão cativantes quanto deveriam ser, mas que no geral cumprem seu papel principal: é legal. Scream me causou fortes dúvidas sobre meus feelings pela série e quase escapou dessa lista, mas a Brooke (<3) me fez dar uma chance.



19° lugar: The Whispers – Talvez uma das minhas maiores tristezas como seriador, o cancelamento tão rápido dessa série que me conquistou aos poucos foi algo bem melancólico. Lily Rabe sempre foi minha atriz favorita do elenco de American Horror Story, e vê-la protagonizando uma série com um universo ligeiramente novo e pouco explorado me ajudou a dar créditos para The Whispers. O elenco é super digerível, temos crianças em plots com tensão e suspense na medida certa, um mistério e muitas perguntas a serem feitas e a única coisa que realmente faltou foi audiência e valorização. Uma pena mesmo.



18° lugar: Narcos – Não consigo imaginar qualquer lista com destaques do ano no universo das séries que não inclua Narcos. Por comportar cenas de ação, sexo e política em doses equilibradas e genialmente trabalhadas, é muito fácil perceber porque Narcos tornou-se uma série que tão rapidamente ganhou tantos fãs e seguidores e foi um bom alvo de críticas positivas e sensatas. Assistir Narcos me levou a pensar que eu via um documentário misturado com Tropa de Elite no melhor sentido possível que essa comparação pode abarcar. Deu pra ter emoção, pra rir, pra me sentir aprendiz do narcotráfico, a aplaudir a engenhosidade do Pablo Escobar e ficar dividido entre a lei e o crime. Em Narcos, não dá pra saber de que lado você fica, mas dá pra passar um bom tempo assistindo e ter ânsia de mais.



17° lugar: Bloodline – Sem dúvida alguma, Bloodline foi uma série que me chamou atenção. A trilha sonora é absurdamente perfeita, a abertura é linda e isso já é atrativo por si só. Talvez o ritmo extremamente lento, causando sono em algumas cenas, a fotografia maçante e uma suposta falta de persistência do seriador atrapalhe no julgamento da série, mas o roteiro, o elenco maravilhoso embebido de talento e os momentos chocantes capazes de te deixar de boca aberta por segundos com certeza são capazes de compensar qualquer erro.  Bloodline ensina que não precisamos ser pessoas ruins para fazermos coisas ruins e que família é algo bem sério. Ansioso por mais temporadas estou.


16° lugar: Marvel’s Daredevil – Nunca fui muito fã e tão ligado a séries de super-heróis e afins, mas obviamente Daredevil é muito mais do que apenas isso. O surgimento de uma figura tão icônica e representativa na forma da justiça cega e sem sossego é tão bem trabalhado nessa série quanto todo o desenrolar da trama e das personagens que transitam no mesmo universo. As cenas de ação e a pancadaria são de tirar o fôlego de qualquer um. A Netflix começou muito bem adentrando nesse mundo e essa série é prova viva de que o universo dos heróis vai substituir o nosso um dia ainda.


15° lugar: Lost Girl – Essa beleza de série do mundo das ficções nos deixou em 2015 em sua quinta temporada, levando consigo um legado de tantos personagens icônicos e maravilhosos (leia-se Kenzi) e tanto pra guardar no coração pra toda a vida. O encerramento da série foi mais do que digno, o encaminhamento ao longo de todos esses anos deixou espaço pra xingar e pagar barraco com quem quer que fosse, assim como nos proporcionou alívio e bons feelings, talvez não na mesma medida. Sem nenhuma hesitação, dá pra afirmar que Lost Girl foi uma das melhores séries que tive prazer de assistir e foi lindo adentrar num mundo tão único e singular com ships e crushs que até definição no dicionário falta. Depois de Lost Girl somos vários perdidos no mundo, que se encontraram numa só paixão.

       

14° lugar: Unbreakable Kimmy Schmidt Confesso que até eu mesmo fico surpreso com a presença de UKS nessa lista, mas não consigo negar o quanto eu me apaixonei por essa beleza de série. Não havia expectativa alguma de minha parte e eu fico muito feliz de saber que estava errado. A Kimmy com suas expressões tão inusitadas e únicas, as situações cômicas e absurdas ao mesmo tempo, o humor bem trabalhado e margeando o ridículo, mas não tão pouco descartáveis e as personagens muito bem desenvolvidas fizeram de UKS uma das séries mais divertidas do ano e própria pra passar o tempo despreocupado e se deliciando com boas risadas merecidamente arrancadas. Mas só pra observação, “I’m not really here”. 

   
13° lugar: Proof Ser seriador também se trata de ser trouxa e saber lidar com isso. Nunca vou conseguir aceitar a injustiça que foi imposta pra Proof. A série não teve tempo e oportunidade de mostrar seu potencial genial e sua visão de mundo tão única da maneira que merecia, e as duras críticas e baixa audiência tornaram o cancelamento uma medida irrefutável. Proof tem um lugar marcado no meu coração e me vejo defendo-a pra qualquer pessoa. Mas como eu bem disse, injustiças e julgamentos são reais e série boa é o que não falta, então nada de ressentimentos. Prova foi o que não me faltou, garanto.



12° lugar: Scandal Incluída na tríade de ouro das quintas-feiras da ABC, Scandal vem mostrando cada vez mais pra que veio e como fazer bonito na televisão e na cara das inimigas. O contexto aprimorado, a ideologia política trabalhada, os tapas na cara da sociedade americana, a Olivia Pope não levando desaforo pra casa e provando que força é o que não lhe falta fizeram de 2015 um ano lindamente bom pra Scandal. Minha única observação, talvez, e ressentimento por não incluir Scandal nem no meu top 10 seria meu contato tão rápido e recente com a série, mas nada que me impede de bater palmas de pé e fazer escândalo com o nome da série no coração.


11° lugar: Orphan Black A Tatiana Maslany é uma das atrizes mais versáteis e dinâmicas que eu já tive o prazer de conhecer o trabalho. O talento dessa mulher posto a prova com tantos personagens diferenciados e opostos só foi revigorado ao longo desse ano. A tensão dessa última temporada foi de roer as unhas e pegar outras mãos emprestadas pra lidar com a situação. Eu me vi esse ano indicando e enchendo Orphan Black de elogios pra boa parte dos meus amigos e ouvi respostas de satisfação na mesma medida. Fantástica é uma palavra super adequada para descrevê-la.



Confiram as outras partes da minha lista:
Top 20: Séries 2015 - Parte 2
Top 20: Séries 2015 - Parte 3

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