26 de dezembro de 2015

Top 20: Séries 2015 - Parte 2


  Eu não podia deixar terminar esse ano sem fazer uma retrospectiva de como foi minha vida como seriador. E nada mais óbvio do que retomar as principais séries que me acompanharam ao longo de todos esses meses e me fizeram dispor meu tempo para assisti-las. Espero que gostem e não esqueçam de deixar sua opinião nos comentários caso sua série favorita conste na lista, e se não constar comentem do mesmo jeito!


NOTA: Não se trata de uma lista com uma suposta marcação das melhores séries do ano, mas sim das minhas favoritas que estiveram em atividade em 2015. A lista é totalmente pessoal e não contém spoilers.

10° lugar: Penny Dreadful A fotografia sempre impecável, a atuação INCRÍVEL do elenco, o roteiro muito bem explorado e o universo revigorado das criaturas e figuras de terror da literatura clássica são, pra mim, mais que argumentos pra classificar Penny Dreadful como uma das melhores séries da atualidade em disparada. Até mesmo para aqueles que não se identificam muito bem com o gênero terror da série é complicado não assumir o bom trabalho executado pela produção de Penny Dreadful. Dá pra bater palma pras sequências exibidas ao mesmo tempo que você se assusta e suspira com a emoção apresentada que não consegue ser menos do que excitante.

   

9° lugar: Orange Is The New Black Em 2015, Orange Is The New Black não deixou de surpreender e cumprir devidamente seu papel. As histórias das nossas prisioneiras favoritas continuaram ganhando forma e adquirindo novos focos, tivemos o prazer de adentrar no universo de personagens até então quase marginalizadas e sem identidade e de se deliciar com esse humor negro e tão único. Eu dei altas risadas ao longos dos episódios, sofri junto também (Nicki~lágrimas) e fiquei de coração na mão apavorado com o futuro das meninas. Foi um bom ano sim, talvez não o melhor, mas sem dúvida alguma manteve o nível.





8° lugar: Marvel’s Jessica Jones Impossível citar essa série sem exaltar a analogia genial que dialoga controle mental e estupro num só conceito. Perceber o discurso das vítimas sempre violadas no seu direito de escolha e vê-las se atormentando e atribuindo a si mesmas a culpa pelas atitudes que foram obrigadas a ter é de se arrepiar. O Kilgrave foi um vilão que eu tive prazer de odiar sem desmerecer o nível do cara, e a Jessica é uma heroína tão singela que é quase impossível não se identificar em algum ponto. As cenas de ação foram bem cumpridas e o desenrolar da história mesclado com plots picantes e drama fizeram de Jessica Jones um dos melhores desempenhos do ano.

  

7° lugar: Once Upon a Time Eu particularmente sou um grande fã do universo explorado em Once Upon a Time. Lindo é uma palavra que se adequa muito bem pra mim. Assistir Once Upon a Time é se permitir ser reconquistado pelos contos de fadas da nossa infância e também ter boas doses da realidade do mundo sujo e enraizado com o mal. Em 2015 vimos o desenrolar de vilãs maravilhosas (leia-se Cruella) e também adicionamos no coração personagens tão amáveis que nos fazem perguntar onde eles estavam esse tempo todo (leia-se Merida). Sempre critiquei severamente os efeitos especiais e até mesmo a  produção, mas me desmancho de elogios para o roteiro e a capacidade de conexão de todas as histórias vistas na série. E claro, só por ter a Regina, a presença de Once Upon a Time nessa lista é mais que justificável.

6° lugar: A Place to Call Home Pouquíssimas séries me deixaram tão maravilhado como A Place to Call Home foi capaz de fazer. Mesmo não tendo a melhor de suas temporadas em 2015, acompanhar a trama de personagens tão lindos (Olívia <3) situados em contextos que nos fazem parar para refletir compensa qualquer erro.  A Place to Call Home concentra um dos meus ships favoritos para todo sempre e uma ideologia muito bem trabalhada. A quantidade de assuntos polêmicos tratados com minuciosidade e delicadeza em um ambiente regido pelos anos 50 colaboram para impulsionar todo meu amor por essa série. Guardo mágoas da primeira temporada ainda, mas vida que segue, certo?

    
5° lugar: Bates Motel  Se tem uma coisa que me deixa enterrado em agonia é assistir Bates Motel. O que essa série já me causou desde insônia a pensamentos loucos não é brincadeira. Eu consigo nutrir uma paixão enorme pela Norma e torcer furiosamente até chegarem suas cenas que nunca decepcionam. A Vera Farmiga sempre dá um show de atuação e o Freddie Highmore não fica pra trás. Ver o menino, cada vez menos menino, despertando seu temperamento doentio aos poucos é realmente muito tenso. A ligação entre mãe e filho beirando cada vez mais o incesto, a cidade problemática e as personagens expandido seus dramas completam Bates Motel e fazem dela uma das melhores séries para a vida.


   
4° lugar: Grace and Frankie Uma série com uma proposta bastante inovadora tanto na sua temática quanto na maneira como trata seu foco principal: o recomeço. É impossível não se apaixonar por essas senhorinhas tão lindas que se propõem a se ajudarem após descobrirem um caso entre seus maridos. Grace and Frankie explora a visão de mundo do quarteto tentando colocar a vida deles no canto certo e aprenderem a lidar com a dor conjunta do divórcio e a iniciativa e necessidade de seguir em frente. Engana-se quem pensa que essas senhoras por serem doces são menos prontificadas a novos relacionamentos, aventuras e cenas de subir nas paredes (literalmente). Nessa lindeza de série dá pra você rir, se apaixonar pelas personagens e guardar no coração pra sempre. Ansiedade define meu status em relação às próximas temporadas.


Bônus: Glee A primeira série que fez eu parar meu tempo pra assisti-la regularmente, acompanhar promos, trailers, sneak peaks e me situar no mundo das séries foi exatamente Glee. Lembro como era em 2009 me intitular gleek, baixar todas as músicas e repetir os episódios até cansar. Glee há um bom tempo não tem o mesmo significado pra mim, não é mais uma das minhas favoritas, muito menos é do tipo de série que eu saio debatendo ou indicando. Mas ela claramente já foi dessas. A finalização da série em 2015 me deixou bastante nostálgico e até ligeiramente triste. Guardo comigo um número enorme de performances musicais, personagens carismáticos e ensinamentos de tolerância e respeito que aprendi com a série. Mesmo tendo sérias críticas, Glee ainda tem sim um espaço no meu coração, e claro, don't stop believing <3.

Confiram as outras partes da minha lista:
  
Top 20: Séries 2015 - Parte 1 
Top 20: Séries 2015 - Parte 3 

3 comentários:

  1. Muito bom, o blog está de parabéns

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  2. Nossa você assistiu muitas séries neste ano... Eu achava que eu tinha vista muito kkk séries assistidas em 2015 - The last man on earth , Todo mundo odeia o Chris "Eu, a patroa, e as crianças" e agora estou vendo How I met your mother.

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    Respostas
    1. Hahahahaha, adoro Eu, a patroa e as crianças!
      Assiste alguma série da lista e comenta com a gente o que achou ;)

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