
Bem, no post Livros Nacionais da Minha Estante - Parte I (veja aqui) eu mostrei para vocês os livros dos novos talentos nacionais que eu tenho, ou seja, os de novos autores brasileiros da atualidade. Hoje, vim aqui mostrar para vocês os livros nacionais da minha estante que, ou são clássicos, ou livros já famosos. Vamos começar:
Sinopse: Nas cinco histórias reunidas em TEMPO DE MENINO há um claro tom de
nostalgia e o delicioso sabor de descoberta do mundo. São importantes
episódios que, mesclando graça, ternura, ingenuidade e amargura, falam
daquele tempo fascinante em que a criança começa a perceber um mundo
novo: o mundo dos adultos. TEMPO DE MENINO traz a marca de um autor que
sabe contar histórias, de modo fácil e envolvente. Ao relatar
experiências importantes na vida de qualquer garoto, Domingos Pellegrini
vai revelando a complexidade das relações humanas envolvidas em
situações aparentemente banais. Um livro que, por certo, vai permitir ao
leitor viver e reviver todo o encantamento do seu tempo de menino.
Sinopse: De cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
De
cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de
Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas
brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma
homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os
princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
Confira! - See more at: http://www.escala.com.br/Inocencia-Visconde-de-Taunay/p#sthash.BBqF2M6R.dpuf
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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De
cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de
Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas
brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma
homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os
princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de
Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas
brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma
homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os
princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas
brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma
homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os
princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas
brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma
homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os
princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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Sinopse: A Mônica e a Magali cresceram e passaram a ver os gatinhos do Bairro do
Limoeiro com outros olhos. Mas, quando o corpo muda de repente, é
supernormal ficar com dúvidas sobre menstruação, TPM e - claro! - o
funcionamento do corpo dos garotos.
Como se fosse uma conversa íntima entre amigas, aqui os adolescentes vão
encontrar informações seguras sobre saúde, beleza, comportamento e
relacionamento, pra ficar com a autoestima lá em cima e se relacionar
legal com a galera, seja na escola, no celular, na internet ou na casa
de amigos.
Pra garantir o clima, o projeto gráfico é moderno e dinâmico, com
ilustrações em estilo mangá. Tudo a ver com a Turma da Mônica Jovem!
Sinopse: Dom Casmurro e os Discos Voadores - A famosa personagem clássica Capitu,
de Machado de Assis, tinha como principal característica os
dissimulados olhos de ressaca. Nesta versão de Dom Casmurro escrita por
Lúcio Manfredi, o mistério por trás dos olhos de Capitu vai além, está
diretamente ligado ao mar. A trama romântica agora sofre a interferência
de seres alienígenas e androides, disfarçados sob os personagens
originais de Machado. Cabe ao leitor, identifi car quem é quem. Bentinho
não está apenas envolvido no triângulo amoroso, mas numa disputa de
forças intergalácticas. Um combate entre as evoluídas civilizações
reptiliana e aquática, que habitam o planeta Terra há milhões de anos.
Sinopse: Após o premiado best-seller "1808", o jornalista Laurentino Gomes
decidiu trazer aos jovens leitores a chance de embarcar, como muitos
adultos já fizeram, na viagem rumo ao começo do século 19, quando a
família real portuguesa fugiu para o Brasil e transformou o Rio de
Janeiro em capital do império português.
Com linguagem própria para atrair o público jovem e muitas ilustrações, o
livro permite que os adolescentes entendam o Brasil de 200 anos atrás e
a importância dele para a nação que somos hoje.
Sinopse: EXISTE UM ESQUEMA tão repetido para contar a história do Brasil, que
basta misturar chavões, mudar datas ou nomes, e pronto. Você já pode
passar em qualquer prova de história na escola. Nesse livro, o
jornalista Leandro Narloch prefere adotar uma postura diferente – que
vai além dos mocinhos e bandidos tão conhecidos. Ele mesmo, logo no
prefácio, avisa ao leitor: “Este livro não quer ser um falso estudo
acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena
coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis,
escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.” É
verdade: esse guia enfurecerá muitas pessoas. Porém, é também verdade
que a história, assim, fica muito mais interessante e saborosa para quem
a lê.
Agora que percebi que só tenho um clássico na minha estante, mas posso afirmar que é um livro super maravilhoso *-* Deixo minha recomendação heuhehe
Espero que tenham gostado :D






Os livros nacionais que estão lançando ultimamente estão me surpreendendo tanto! Não sou muito fã dos clássicos, mas os livros de fantasia estão ótimos lindos, sou apaixonada!
ResponderExcluirbeijos
Livro de Capa Dura
Oie Vânia :)
ExcluirConcordo com você... Acho que, mesmo se eu gostar dos clássicos, os atuais sempre vão superá-los.
Beijos :D
Oi tudo bem?
ResponderExcluirMachado de Assis <3 sou super fã dele, queria muito ter a obra completa dele na minha estante, mas é tão dificil :/. Esse "tempo de menino" eu não conhecia.
Bjus!!!
http://lendoaestante.blogspot.com.br/
Oie, tudo sim e você?
ExcluirEu ainda não li nenhum livro dele (já que Dona Casmurra e Seu Tigrão não conta), mas pretendo ler algum em breve.
Tempo de Menino é um livro legal... Veja a resenha ;)
Beijos :D
Eu acabei de ler Champion da Mari lu hoje e já estou pensando em começar alguma coisa amanhã mesmo. Gostei das suas dicas. Depois do carnaval eu não sei o que mais está atrasado se é minhas leituras ou minhas séries rsrs. Abraços #Guto
ResponderExcluirlumenseries.blogspot.com.br
Oie Guto :)
ExcluirQue bom que gostou :D
Sei bem como é heuheuheu Acho que, no meu caso, a leitura é a mais atrasada, já que eu dediquei praticamente minhas férias inteiras para assistir séries heuehue
Beijos :D
Oii. Livros nacionais <3 , eu amo, hahhahah
ResponderExcluirDessa sua lista só li Dom Casmurro e quero ler Inocência, mas ando sem tempo :( . Mas confesso que apesar de gostar de clássicos, gosto mais dos atuais nacionais, heheh
Beijooos
http://profissao-escritor.blogspot.com.br/
Oie Gih :)
ExcluirLeia Inocência sim, é perfeito *-*
Agora que estou começando a gostar dos clássicos, não sei se gosto mais deles ou dos atuais, ou de ambos heuheuhe
Beijos :D
Oi Aline!
ResponderExcluirEssa nova versão do Dom Casmurro parece incrível! Tenho muito interesse em lê-lo. Adorei essa ideia de mostrar os livros nacionais da estante! ^^
Beijos
http://garotanaalcateia.blogspot.com/
Oie :)
ExcluirEu acabei nem lendo e doando essa versão de Dom Casmurro heuheue
Que bom que gostou. Beijos *-*
quero mt ler 1808, já recebi recomendações maravilhosas, os outros eu n conhecia
ResponderExcluirblogexplicita.blogspot.com.br
Oie Rebeca, leia sim, é um ótimo livro.
ExcluirBeijos :D