20 de fevereiro de 2015

Post Especial: Livros nacionais da minha estante- Parte II


  Bem, no post Livros Nacionais da Minha Estante - Parte I (veja aqui) eu mostrei para vocês os livros dos novos talentos nacionais que eu tenho, ou seja, os de novos autores brasileiros da atualidade. Hoje, vim aqui mostrar para vocês os livros nacionais da minha estante que, ou são clássicos, ou livros já famosos. Vamos começar:

Sinopse: Nas cinco histórias reunidas em TEMPO DE MENINO há um claro tom de nostalgia e o delicioso sabor de descoberta do mundo. São importantes episódios que, mesclando graça, ternura, ingenuidade e amargura, falam daquele tempo fascinante em que a criança começa a perceber um mundo novo: o mundo dos adultos. TEMPO DE MENINO traz a marca de um autor que sabe contar histórias, de modo fácil e envolvente. Ao relatar experiências importantes na vida de qualquer garoto, Domingos Pellegrini vai revelando a complexidade das relações humanas envolvidas em situações aparentemente banais. Um livro que, por certo, vai permitir ao leitor viver e reviver todo o encantamento do seu tempo de menino.


Sinopse: De cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os princípios de idealização da mulher.
 Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.


De cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
Confira! - See more at: http://www.escala.com.br/Inocencia-Visconde-de-Taunay/p#sthash.BBqF2M6R.dpuf
De cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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De cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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De cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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De cunho regionalista, o romance Inocência (1872), escrito por Visconde de Taunay (1843-1899), representa a supremacia das obras românticas brasileiras de sua época e traz no título, notadamente proposital, uma homenagem direta e clara à heroína da narrativa, arrebatando todos os princípios de idealização da mulher.
Profundamente romântica e sensível, a obra supervaloriza o amor, que, mesmo tragicamente, sai vitorioso. Inocência não fica com Cirino, mas prefere morrer a se entregar a Manecão. A heroína é idealizada ao extremo, pois sua beleza foge a todos os padrões de uma camponesa. A emoção é outra marca do Romantismo que está muito presente, guiando as ações dos personagens principais. E a natureza foi supervalorizada também, ganhando traços de rara beleza.
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Sinopse: A Mônica e a Magali cresceram e passaram a ver os gatinhos do Bairro do Limoeiro com outros olhos. Mas, quando o corpo muda de repente, é supernormal ficar com dúvidas sobre menstruação, TPM e - claro! - o funcionamento do corpo dos garotos.
Como se fosse uma conversa íntima entre amigas, aqui os adolescentes vão encontrar informações seguras sobre saúde, beleza, comportamento e relacionamento, pra ficar com a autoestima lá em cima e se relacionar legal com a galera, seja na escola, no celular, na internet ou na casa de amigos.
Pra garantir o clima, o projeto gráfico é moderno e dinâmico, com ilustrações em estilo mangá. Tudo a ver com a Turma da Mônica Jovem! 





Sinopse: Dom Casmurro e os Discos Voadores - A famosa personagem clássica Capitu, de Machado de Assis, tinha como principal característica os dissimulados olhos de ressaca. Nesta versão de Dom Casmurro escrita por Lúcio Manfredi, o mistério por trás dos olhos de Capitu vai além, está diretamente ligado ao mar. A trama romântica agora sofre a interferência de seres alienígenas e androides, disfarçados sob os personagens originais de Machado. Cabe ao leitor, identifi car quem é quem. Bentinho não está apenas envolvido no triângulo amoroso, mas numa disputa de forças intergalácticas. Um combate entre as evoluídas civilizações reptiliana e aquática, que habitam o planeta Terra há milhões de anos.






Sinopse: Após o premiado best-seller "1808", o jornalista Laurentino Gomes decidiu trazer aos jovens leitores a chance de embarcar, como muitos adultos já fizeram, na viagem rumo ao começo do século 19, quando a família real portuguesa fugiu para o Brasil e transformou o Rio de Janeiro em capital do império português.
Com linguagem própria para atrair o público jovem e muitas ilustrações, o livro permite que os adolescentes entendam o Brasil de 200 anos atrás e a importância dele para a nação que somos hoje.
Sinopse: EXISTE UM ESQUEMA tão repetido para contar a história do Brasil, que basta misturar chavões, mudar datas ou nomes, e pronto. Você já pode passar em qualquer prova de história na escola. Nesse livro, o jornalista Leandro Narloch prefere adotar uma postura diferente – que vai além dos mocinhos e bandidos tão conhecidos. Ele mesmo, logo no prefácio, avisa ao leitor: “Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.” É verdade: esse guia enfurecerá muitas pessoas. Porém, é também verdade que a história, assim, fica muito mais interessante e saborosa para quem a lê.




  Agora que percebi que só tenho um clássico na minha estante, mas posso afirmar que é um livro super maravilhoso *-* Deixo minha recomendação heuhehe

  Espero que tenham gostado :D

12 comentários:

  1. Os livros nacionais que estão lançando ultimamente estão me surpreendendo tanto! Não sou muito fã dos clássicos, mas os livros de fantasia estão ótimos lindos, sou apaixonada!

    beijos

    Livro de Capa Dura

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    1. Oie Vânia :)
      Concordo com você... Acho que, mesmo se eu gostar dos clássicos, os atuais sempre vão superá-los.
      Beijos :D

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  2. Oi tudo bem?

    Machado de Assis <3 sou super fã dele, queria muito ter a obra completa dele na minha estante, mas é tão dificil :/. Esse "tempo de menino" eu não conhecia.
    Bjus!!!
    http://lendoaestante.blogspot.com.br/

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    1. Oie, tudo sim e você?
      Eu ainda não li nenhum livro dele (já que Dona Casmurra e Seu Tigrão não conta), mas pretendo ler algum em breve.
      Tempo de Menino é um livro legal... Veja a resenha ;)
      Beijos :D

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  3. Eu acabei de ler Champion da Mari lu hoje e já estou pensando em começar alguma coisa amanhã mesmo. Gostei das suas dicas. Depois do carnaval eu não sei o que mais está atrasado se é minhas leituras ou minhas séries rsrs. Abraços #Guto

    lumenseries.blogspot.com.br

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    1. Oie Guto :)
      Que bom que gostou :D
      Sei bem como é heuheuheu Acho que, no meu caso, a leitura é a mais atrasada, já que eu dediquei praticamente minhas férias inteiras para assistir séries heuehue
      Beijos :D

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  4. Oii. Livros nacionais <3 , eu amo, hahhahah
    Dessa sua lista só li Dom Casmurro e quero ler Inocência, mas ando sem tempo :( . Mas confesso que apesar de gostar de clássicos, gosto mais dos atuais nacionais, heheh
    Beijooos
    http://profissao-escritor.blogspot.com.br/

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    1. Oie Gih :)
      Leia Inocência sim, é perfeito *-*
      Agora que estou começando a gostar dos clássicos, não sei se gosto mais deles ou dos atuais, ou de ambos heuheuhe
      Beijos :D

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  5. Oi Aline!
    Essa nova versão do Dom Casmurro parece incrível! Tenho muito interesse em lê-lo. Adorei essa ideia de mostrar os livros nacionais da estante! ^^

    Beijos
    http://garotanaalcateia.blogspot.com/

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    Respostas
    1. Oie :)
      Eu acabei nem lendo e doando essa versão de Dom Casmurro heuheue
      Que bom que gostou. Beijos *-*

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  6. quero mt ler 1808, já recebi recomendações maravilhosas, os outros eu n conhecia

    blogexplicita.blogspot.com.br

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    1. Oie Rebeca, leia sim, é um ótimo livro.
      Beijos :D

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