5 de abril de 2014

Notícia de Livro: Trecho de Black Ice, novo livro de Becca Fitzpatrick


   
  Como disse que iria postar um trecho do livro disponibilizado pela tia Becca, aqui está:


Roupa perfeita para a 7-eleven.
  Dez minutos depois, eu estava na loja, enchendo um copo com raspadinha de amora azul. Eu bebo um pouco de cima e encho de novo. Willie Hennessey, que estava trabalhando na caixa registradora, me dá um olhar cruel.
 “Meu Deus!” ele diz. “Sinta se a vontade, por que não?”
 “Já que você está oferecendo,” eu digo alegremente, e coloco mais uma vez o canudo entre meus lábios antes de encher de novo.
 “Eu deveria manter a lei e a ordem por aqui.”
 “Dois golinhos, Willie. Ninguém vai à falência por conta de dois goles. Desde quando você ficou tão ranzinza?”
  “Desde que você começou a furtar raspadinha e fingir que não sabe usar a bomba de combustível para que eu vá e encha seu tanque por você. Toda vez que você aparece que quero me chutar.”
  Eu enrugo meu nariz “Não quero minhas mãos cheirando a gasolina. E você é particularmente bom com a bomba de combustível, Willie.” Adiciono com um sorriso bajulador.
  “A prática leva a perfeição,” ele resmunga.
  Eu andava descalça pelos corredores, procurando Alcaçuz e salgadinhos de queijo, pensando que se Willie não gostava de encher meu tanque ele realmente deveria arrumar um novo emprego, quando a porta da frente soou. Eu nem mesmo ouvi passos antes que um par de quentes e caleadas mãos cobrissem meus olhos por trás.
  “Adivinha quem é?”
  Seu familiar cheiro de sabonete pareceu me congelar. Eu rezei para que ele não conseguisse sentir meu rosto esquentar por baixo de suas mãos. Por um longo momento, eu não conseguia encontrar minha voz.  Parecia que ela havia se encolhido dentro de mim, se impelindo dolorosamente contra minha garganta.
  “Me de uma dica,” eu digo, esperando soar entediada. Ou levemente irritada. Qualquer coisa que não fosse magoada.
  “Baixo. Gordo. Desagradável mordida cruzada.” Sua suave e provocativa voz, depois de todos esses meses. Soava familiar e estranha ao mesmo tempo. Senti-lo tão perto me deixou tonta. Eu estava com medo de que começaria a gritar com ele, ali mesmo na 7-eleven. Se o deixasse chegar muito perto, eu temia não gritar com ele. E eu queria gritar – passei oito meses praticando na minha cabeça o que eu diria e eu estava pronta para soltar tudo.
  “Nesse caso, eu acho que é… Calvin Versteeg.” Eu soei despreocupadamente educada. Tinha certeza disso. E não conseguia pensar em um alívio maior.
  Cal veio para perto de mim e pousou um dos cotovelos na prateleira do corredor. Me deu um sorriso torto. Ele já tinha esse encanto diabólico anos atrás. E eu havia sido atraída por isso, mas eu era mais forte agora.
  Ignorando seu belo rosto, eu lhe dei um olhar entediado. Pela sua aparência, ele não havia penteado o cabelo essa manhã. Estava mais comprido do que eu me lembrava. Durante o treino de corrida nos dias mais quentes, quando o suor pingava, o cabelo dele ficava da cor de casca de árvore. A lembrança fez algo dentro de mim doer. Eu empurrei de lado a nostalgia e encarei Calvin com um frio distanciamento. “O que você quer?”
  Sem pedir, ele dobrou o canudo da minha raspadinha e se serviu. Secou a boca com as costas de sua mão. “Me fala sobre essa viagem de acampamento.”
 Tirei minha raspadinha do seu alcance “Viagem de trilha.” Eu sentia que era importante fazer a distinção. Qualquer um podia acampar. Trilhas exigiam habilidade e vigor.
  “Já tem tudo o que precisa?” Ele continuou.
  “E algumas coisas que eu quero também.” Eu encolho os ombros. “Ei, uma garota precisa do seu gloss labial.”
  “Vamos ser honestos. Kobin nunca vai deixar você sair da cabana. Ela tem horror ao ar fresco. E você não consegue dizer não pra ela.” Ele acena sabiamente com a cabeça. “Eu conheço vocês garotas.”
  Eu dou a ele um olhar de indignação. “Nós vamos fazer trilha por uma semana inteira. Nossa rota tem 40 milhas.” Talvez isso tenha sido um exagero mínimo. Na verdade, Korbie tinha concordado com não mais de 2 milhas de caminhada por dia, e tinha insistido que caminharíamos em círculos ao redor de Idlewilde, para o caso de precisarmos de rápido acesso a cosméticos ou TV a cabo. Eu não tinha esperanças de fazer trilha a semana inteira, mas eu tinha planejado deixar Korbie e Bear na cabana por um dia e trilhar sozinha. Eu queria por meu treinamento a prova. Obviamente agora que Calvin estava se juntando a nós, ele iria descobrir sobre nossos verdadeiros planos muito em breve, mas no momento minha maior prioridade era impressioná-lo. Eu estava cheia dele sempre insinuando que não tinha razão alguma para me levar a sério. Eu poderia lidar com qualquer crítica que ele me faria depois, insistindo que eu queria fazer trilha a semana inteira e Korbie estava me segurando – Calvin não iria achar que essa desculpa era inventada.
  “Você sabe que várias das trilhas de caminhada ainda estão cobertas com neve, certo? E que os alojamentos não abriram para temporada, então tem poucas pessoas. Até a estação Janny Lake Ranger está fechada. Sua segurança é responsabilidade sua – eles não garantem resgate.”
  Eu olho para ele e dou um virar de olhos. “Não me diga! Eu não estou indo nisso completamente no escuro, Calvin,” respondo “Eu estou protegida. Vamos ficar bem.”
  Ele esfrega a boca, escondendo um sorriso. Seus pensamentos são completamente claros.
  “Você realmente acha que eu não consigo fazer isso,” eu digo, tentando não soar magoada.
  “Eu só acho que vocês duas vão ter muito mais diversão se forem para o Lava Hot Springs. Vocês podem afundar em piscinas minerais e passar o dia fazendo compras em Salt Lake.”
  “Eu tenho treinado para essa viagem o ano inteiro,” argumento. “Você não sabe o quão duro eu tenho trabalhado, porque você não estava por perto. Você não me vê tem oito meses. Eu não sou mais a mesma garota que você deixou para trás. Você não me conhece mais.”
  “Você tem um ponto,” diz ele erguendo as palmas das mãos para mostrar que foi uma sugestão inocente. “Mas por que Idlewilde? Não tem nada pra fazer por lá. Você e Korbie vão ficar entediadas depois da primeira noite.”
  Eu não sabia porque Calvin estava tão convencido a me dissuadir. Ele amava Idlewilde. E sabia tão bem quanto eu que tinha muito o que fazer por lá. Então eu percebi. Não era sobre mim ou Idlewilde. Ele não queria ter que ficar junto. Ele não queria passar tempo algum comigo. Se ele me convencesse a abandonar a viagem, seu pai não o obrigaria a se juntar a nós, e ele teria suas férias de primavera de novo.
  Digerindo essa dolorosa descoberta, eu limpei minha garganta. “Quanto seus pais estão pagando para você vir junto?”
  Ele fez um grande gesto me olhando de cima em uma zombeteira avaliação crítica. “Não o bastante obviamente.”
  Então é assim que nós iriamos jogar. Um pouco de flerte insignificativo aqui, uma provocação ali. Em minha imaginação eu peguei um marcador preto e desenhei um grande X em cima do nome de Calvin.
  “Só para ser clara, eu fui contra você vir. Você e eu juntos de novo? Completamente desconfortável.” Isso havia soado muito melhor na minha cabeça. Pendendo entre nós agora, as palavras soavam ciumentas e triviais e mesquinhas – exatamente como uma ex-namorada soaria. Eu não queria que ele soubesse que eu ainda estava magoada. Não quando ele era todo sorrisos e piscadelas.
  “Então é assim? Bem, esse supervisor acaba de reduzir uma hora do seu toque de recolher,” ele brincou.
  Eu acenei para além das vitrines da loja, para a BMW X5 quatro por quatro estacionada lá fora. “É seu?” pergunto. “Outro presente dos seus pais, ou você realmente faz alguma coisa além de perseguir garotas em Stanford, como ter um trabalho respeitável?”
  “Meu trabalho é perseguir garotas.” Um sorriso revoltante. “Mas eu não diria que é respeitável.”
  “Nenhuma namorada séria então?” Eu não conseguia me fazer olhar para ele, mas sentia um imenso orgulho do meu tom casual. Eu disse para mim mesma que eu não me importava de modo algum com a resposta dele. Na verdade, se ele tivesse partido para outra, isso seria um sinal verde dizendo que eu era livre para fazer o mesmo.
  Ele me cutucou “Por quê? Você tem um namorado?”
  “É claro.”
  “Sim, certo,” ele sorri. “Korbie teria me contado”
  Eu fico no meu lugar, arqueando presunçosamente minhas sobrancelhas. “Acredite ou não, existem algumas coisas que Korbie não te conta.”
  Ele franziu as sobrancelhas. “Quem ele é?” pergunta cautelosamente, e eu podia dizer que ele estava quase comprando minha história.
  O melhor jeito de reparar uma mentira é não contar outra. Mas eu fiz isso mesmo assim.
  “Você não conhece. Ele é novo na cidade.”
  Ele sacudiu a cabeça. “Muito conveniente. Não acredito em você.” Mas o seu tom indicava que ele poderia.
  Eu senti uma necessidade desesperadora de provar a ele que eu havia seguido em frente – com ou sem uma conclusão, e nesse caso, sem. Mas não apenas isso, que eu havia partido para outra com um cara muito, muito melhor. Enquanto Calvin estava ocupado sendo um nojento mulherengo na Califórnia, eu não estava – repetindo, não estava – choramingando nos cantos e definhando em cimas de velhas fotografias dele.
  “Ali está ele. Veja por si mesmo,” digo sem pensar.
  Calvin segue meu gesto com o olhar para fora do Volkswagen Jetta vermelho estacionado perto da bomba de combustível. O garoto enchendo o tanque do Jetta é alguns anos mais velho do que eu. O cabelo castanho era bem cortado, e deixava a vista a estonteante simetria do seu rosto. Com o sol em suas costas, sombras marcavam suas maçãs do rosto. Eu não conseguia dizer a cor dos seus olhos, mas esperava que fossem castanhos. Por nenhuma outra razão além dos olhos de Calvin serem de um profundo e luxuriante verde.  Ele tinha ombros retos e esculpidos que me fizeram pensar nadador, e eu nunca o tinha visto antes.
  “Aquele cara? Eu o vi no meu caminho para cá. As placas dele são de Wyoming.” Calvin não soou convencido.
  “Como eu disse, novo na cidade.”
 “Ele é mais velho que você”
  Olhei significativamente para ele. “E?”
  A porta soou e meu falso namorado entrou na loja.  Ele era ainda mais bonito olhando de perto. E seus olhos eram definitivamente castanhos – um marrom forte que me lembrava de troncos. Ele alcançou o bolso para pegar a carteira, e eu agarrei o braço de Calvin e o segurei atrás de uma prateleira cheia de Fig Newtons e Oreos.
  “O que nós estamos fazendo?” Calvin perguntou, me encarando como se tivesse brotado uma segunda cabeça em mim.
  “Eu não quero que ele me veja,” sussurrei.
  “Porque ele não é realmente seu namorado, certo?”
  “Não é isso. É que..”
  Onde estava uma terceira mentira quando eu precisava dela?
  Cal sorriu diabolicamente, e a próxima coisa que eu soube foi que ele havia soltado minha mão e se dirigia lentamente para o balcão da frente. Travei meus dentes segurando um gemido e assisti, espiando por entre duas das prateleiras de cima.
   “Olá,” Calvin disse amigavelmente para o garoto, que vestia uma camisa de flanela xadrez, jeans e botas de caminhada.
  Mal erguendo o olhar, ele acenou a cabeça em reconhecimento.
  “Eu soube que você está saindo com a minha ex,” falou Calvin, e havia algo inegavelmente presunçoso em seu tom.  Ele estava fazendo com que eu provasse do meu próprio remédio, e ele sabia disso.
  O comentário de Calvin conseguiu a atenção do garoto. Ele estudou Calvin curiosamente, e eu senti minhas bochechas ficarem cada vez mais quentes.
  “Você sabe, sua namorada,” Calvin incitou. “Escondida bem ali atrás dos cookies.”
  Ele estava apontando para mim.
  Eu me endireitei, minha cabeça surgindo por cima da prateleira. Ajeitei minha camiseta e abri minha boca. Mas não haviam palavras. Nenhuma palavra.
  O garoto olhou além de Calvin para mim. Nossos olhares se prenderam brevemente. Eu murmurei um humilhado Eu posso explicar… Mas eu não podia.
  Então uma coisa inesperada aconteceu. O garoto olhou diretamente para Calvin e disse, em uma tranquila e imperturbável voz, “Sim. Minha namorada. Britt.”
  Eu estremeci. Ele sabia meu nome?
  Calvin aparentava estar igualmente surpreso. “Oh. Ei, desculpa cara. Eu pensei -” ele estendeu a mão. “Eu sou Calvin Versteeg,” ele gaguejava estranhamente. “O ex da… Britt.”
  “Mason.”
  Mason olhou para a mão estendida de Calvin mas não a apertou. Ele colocou três notas de vinte no balcão para Willie Hennessey. Então veio até mim e me beijou na bochecha. Foi um beijo simples, mas mesmo assim meu pulso fraquejou. Ele sorria, e era um caloroso e sensual sorriso. “Vejo que você ainda não superou seu vício por raspadinha, Britt.”
  Lentamente eu retribui o sorriso. Se ele estava no jogo, eu também estava.  “Eu vi você estacionar, e precisava de alguma coisa para me resfriar.” Eu me abanei enquanto o olhava com adoração.
  Seus olhos se enrugaram nos cantos. Eu tinha certeza de que ele estava rindo por dentro.
  Eu disse, “Você podia passar na minha casa mais tarde, Mason, porque eu comprei um novo gloss labial que precisa de um teste de duração…”
  “Ah.. Um jogo de beijo?” ele responde prontamente.
  Lanço um olhar dissimulado para Calvin, para ver como ele está lidando com o flerte. Para o meu contentamento, ele parecia que tinha chupado limão azedo.
  “Você me conhece – sempre apimentando as coisas,” retorno habilidosamente.
  Calvin limpou a garganta e cruzou os braços sobre o peito.
  “Você não deveria estar saindo Britt? Você realmente deveria chegar à cabana antes de escurecer.”
  Algo indecifrável turvou os olhos de Mason. “Está indo acampar?” ele me perguntou.
  “Fazer trilha,” eu corrijo. “Wyoming – em Tetons. Eu ia te contar, mas..” Argh! Que motivo plausível eu podia ter para não contar ao meu namorado sobre essa viagem? Tão perto de acabar com isso, e eu estava estragando tudo.
  “Mas não pareceu importante, já que eu também estou saindo da cidade, e nós não conseguiríamos passar a semana juntos de qualquer modo.” Mason concluiu tranquilamente.
  Eu encontrei seus olhos novamente. Bonito, esperto, pronto para qualquer coisa – até mesmo fingir ser o namorado de uma garota que ele não conhece – e um mentiroso espantosamente bom. Quem era esse garoto? “Sim, exatamente,” eu resmunguei.
  Calvin inclinou a cabeça para mim “Quando nós estávamos juntos, eu alguma vez sai da cidade por uma semana sem te contar?”
  Você saiu por oito meses, pensei maldosamente. E terminou comigo na noite mais importante da minha vida. Jesus diz que devemos perdoar, mas toda regra tem sua exceção.
  Digo a Mason, “A propósito, papai quer você no jantar semana que vem.”
  Calvin fez um som estrangulado. Uma vez, quando ele me trouxe de volta cinco minutos após o toque de recolher, nós paramos no encostamento para ver meu pai parado na varanda batendo um taco de golfe em sua mão. Ele veio marchando e deu uma tacada no Ford preto F-150 de Calvin, deixando uma grande e redonda cratera. “Na próxima vez que você a trouxer tarde para casa, eu vou mirar nos faróis,” ele disse. “Não seja tão estúpido ao ponto de precisar de três avisos.”
  Ele não quis dizer isso, não realmente. Como eu era o bebê da família e a única menina meu pai era um tanto ranzinza quando se tratava dos meninos com quem eu saia. Mas na verdade, ele era um adorável urso velho. Ainda assim, Calvin nunca mais quebrou o toque de recolher.
  E ele nem uma vez foi permitido de vir ao jantar.
  “Diga ao seu pai que eu poderia usar mais algumas dicas sobre pesca com mosca,” Mason disse, continuando a sustentar nossa farsa. Milagrosamente, ele adivinhou corretamente o esporte favorito do meu pai. Esse encontro estava começando a ficar…estranho. “Ah, e mais uma coisa, Britt,” ele ajeitou meu cabelo com as mãos, empurrando sobre meu ombro. Eu estava completamente parada, seu toque congelando minha respiração por dentro. “Fique segura. As montanhas são perigosas nessa época do ano.”
  Eu fiquei estupefata com ele até que saiu dirigindo do posto de gasolina.
  Ele sabia meu nome. Ele me salvou. Ele sabia meu nome.
  Gratidão, isso estava estampado bem no meio da minha cara, mas, Calvin não notou.
  “Eu achei que você estava mentindo,” Calvin me disse, parecendo aturdido.
   Eu dei uma note de cinco para Willie pela raspadinha e guardei o troco.  ”Por mais satisfatória que essa conversa tenha sido,” eu digo a Calvin, “Eu provavelmente deveria ir fazer algo mais produtivo. Como arranhar o seu carro. Ele é muito bonito.”
   “Assim como eu?” ele ergueu as sobrancelhas esperançosamente.
  Eu enchi minhas bochechas com raspadinha, fingindo que iria cuspir nele. Ele deu um nítido pulo e, para minha satisfação, seu sorriso presunçoso finalmente se apagou.
  “Vejo você essa noite em Idlewilde,” Calvin gritou enquanto eu saia da loja.
  Como resposta eu dei a ele um joinha com o polegar.
   Meu dedo do meio seria óbvio demais.
  Enquanto passava pela BMW do Calvin no estacionamento, eu notei que as portas estavam destrancadas. Olhei pra trás só para ter certeza que ele não estava vendo, então fiz uma decisão em uma fração segundo. Entrando pela porta do passageiro, eu desalinhei o retrovisor, derramei raspadinha nos tapetes e roubei sua coleção de CDs vintage do porta-luvas. Era uma coisa boba a se fazer, mas fez com que eu me sentisse um tiquinho melhor.
   Eu iria devolver os CDs essa noite – depois que eu tivesse arranhado alguns de seus favoritos.

Fonte: Portal Hush, Hush Brasil

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